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Mostrando postagens de setembro, 2013

A paz com nome de gente

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Eu já a conhecia, (Mas ela ainda não me conhecia) De rimas e versos soltos pela internet Seus cabelos eram brancos como a neve. Eu sabia que, quando a conhecesse, Algo em mim mudaria E esse encontro seria, eu sentia, Muito em breve... Seus cabelos eram brancos como a neve. Era uma senhora que falava poesia De cada palavra uma lição p’ra toda a vida Sim, a paz personificada que sorria A imagem da serenidade que escreve. Seus cabelos eram brancos como a neve Ela ensinou-me a sonhar Imaginem só? Eu, um jovem, já cheio de utopia! Ensinou-me a olhar mais longe, com pés no chão. Ela tinha um grande coração, Porém leve E seus cabelos eram brancos como a neve. Ensinou-me a conjugar o verbo “pazear” E que um mundo melhor Você não só pode fazê-lo como deve. Seus cabelos eram brancos como a neve. Quando a brisa suave, das manhãs, batia Era como se ali, ela estivesse Se a paz tem nome de gente, eu via, nela eu lia Seus cabelos er...

Concurso de Poesia

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         Ouça a matéria sobre o Concurso de Poesias do Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de  Campo Grande (MS)!          Clique aqui. 

Quando amanhece o dia?

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Um monge perguntou ao seu discípulo: - Você sabe dizer quando é que acaba a noite e começa o dia? Quase sorrindo diante dessa pergunta aparentemente ingênua, respondeu: - Ora, Mestre, é muito simples. Quando os primeiros raios da aurora começam a clarear o horizonte... - Só isso? - Quando já se puder distinguir entre o vulto de um arbusto e de uma pessoa... - O que mais? - Quando... quando...O rapaz começou a titubear. O semblante do monge continuava interrogador, até completar: - A noite cede lugar ao dia quando a gente consegue ver a imagem do irmão no rosto dos outros. Mais ainda: Quando a gente percebe no irmão a imagem de Jesus. Enquanto não enxergarmos no próximo a imagem do irmão e do Cristo, ainda é noite dentro de nós. (Autor desconhecido)