Bem-aventura Dulce dos pobres
Irmã Dulce (1914-1992) chegava a invadir casas abandonadas para poder abrigar pobres e doentes. Depois de ser expulsa destes lugares, peregrinou, de um lugar para o outro, por cerca de uma década. Até que em 1949 instalou essas pessoas no galinheiro do Convento Santo Antônio, deste improvisado local nasceria o Hospital Santo Antônio, que hoje é referência no modelo nacional de assistência social, médica e educacional. Em 26 de maio de 1959 foi fundada a Associação Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), e é considerada uma das instituições filantrópicas mais importantes do mundo, com mais de 2300 colaboradores e 600 voluntários no Brasil e no exterior. Atende mais de 1 milhão de pessoas por ano.
São obras construídas pelo amor e pela fé. Irmã Dulce costumava a dizer: “Quando nenhum hospital quiser aceitar mais algum paciente, nós aceitaremos. Esta é a última porta e, por isso, eu não posso fechá-la”.
Não há dúvidas de que a freira, também conhecida como o Anjo Bom da Bahia, já é uma ovelha a direita do Bom Pastor, porque ela soube viver o que o mestre ensinou:
“Então o Rei dirá aos que estão à direita: Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim “. Mateus 25, 34-36.
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| Encontro de dois gigantes da caridade, João Paulo II e irmã Dulce, em 1991. |

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