No dia que católicos tem por tradição se abster de carne, a Sexta Feira Santa, a igreja evangélica Assembleia de Deus fazia um grande churrasco com preços até mais em conta, próxima a casa de um colega meu. Tudo bem que cada um leva a vida como bem entender, a liberdade individual deve ser respeitada e tal. Mas numa data considerada tão importante para os católicos, será mesmo que não havia algo implícito através desta promoção realizada pela igreja? Uma provocação? Ironia? Ou infeliz coincidência? Não sei. Mas o fato é que o cristianismo é muito maior que isso. É certo que não precisamos obrigatoriamente de uma data específica para recordarmos a paixão, morte e ressurreição de Cristo, mas também não precisamos desrespeitar quem assim o faz. Além do mais, ao contrário que os protestantes pensam (alguns, é claro), os católicos deixam de comer carne não por uma imposição da Igreja. E também não é por causa de José, Maria, João, ou seja lá qual for o santo...Não! Os católicos fazem ...
Em tempos de quarentena, o blog separou uma dica de leitura para quem nos acompanha. É o livro “Odeio, logo, compartilho: o discurso de ódio nas redes sociais e na política” do jornalista e professor de Filosofia, mestre em Comunicação e doutorando em Educação, Ádamo Antonioni. Lançado pela Editora Viseu em 2019, o livro aborda a polarização política que tem gerando brigas entre amigos e familiares nos últimos anos. Diante desse cenário, Ádamo Antonioni elaborou uma análise filosófica das eleições presidenciais de 2018, marcada pelas chamadas fake news (notícias falsas). Conforme levantamento realizado pelo Congresso em Foco, durante a corrida presidencial, as agências de checagem de informação tiveram que desmentir 123 boatos relacionados aos dois candidatos que foram para o segundo turno, Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL). A maioria dessas fake new...
Um monge perguntou ao seu discípulo: - Você sabe dizer quando é que acaba a noite e começa o dia? Quase sorrindo diante dessa pergunta aparentemente ingênua, respondeu: - Ora, Mestre, é muito simples. Quando os primeiros raios da aurora começam a clarear o horizonte... - Só isso? - Quando já se puder distinguir entre o vulto de um arbusto e de uma pessoa... - O que mais? - Quando... quando...O rapaz começou a titubear. O semblante do monge continuava interrogador, até completar: - A noite cede lugar ao dia quando a gente consegue ver a imagem do irmão no rosto dos outros. Mais ainda: Quando a gente percebe no irmão a imagem de Jesus. Enquanto não enxergarmos no próximo a imagem do irmão e do Cristo, ainda é noite dentro de nós. (Autor desconhecido)
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